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	<title>My own tech words... &#187; SOA</title>
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		<title>Construindo um serviÃ§o sÃ­ncrono-assÃ­ncrono com Aqualogic Service BUS</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 13:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastex</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOA]]></category>
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		<category><![CDATA[aqualogic]]></category>
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Bom, um dos cenÃ¡rios que eu mais tenho visto ultimamente em alguns dos lugares onde tenho passado, Ã© quando o cliente quer disponibilizar um serviÃ§o para algum terceiro, porÃ©m faz questÃ£o (e estÃ¡ certo), que a partir do ponto de entrada do terceiro para o barramento de serviÃ§os do cliente esta requisiÃ§Ã£o seja processada de [...]]]></description>
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<p>Bom, um dos cenÃ¡rios que eu mais tenho visto ultimamente em alguns dos lugares onde tenho passado, Ã© quando o cliente quer disponibilizar um serviÃ§o para algum terceiro, porÃ©m faz questÃ£o (e estÃ¡ certo), que a partir do ponto de entrada do terceiro para o barramento de serviÃ§os do cliente esta requisiÃ§Ã£o seja processada de forma totalmente assÃ­ncrona.Â </p>
<p>Com isso, o cliente (que estÃ¡ processando a requisiÃ§Ã£o) ganha em poder de processamento, e o terceiro (que estÃ¡ gerando a requisiÃ§Ã£o) nÃ£o percebe o que se passa &#8220;under the hood&#8221; (eu realmente gosto desta expressÃ£o), sendo para ele indiferente o que acontece durante o processamento.</p>
<p>Basicamente, este contexto Ã© uma implementaÃ§Ã£o de um Web-Service que utiliza como meio de transporte uma Fila JMS, ao invÃ©s do protocolo HTTP que Ã© usado de costume.</p>
<p>EntÃ£o, vou colocar aqui um exemplo de como fazer isso usando o Aqualogic Service Bus da Oracle (jÃ¡ era um produto da BEA).</p>
<p>SerÃ£o 3 pequenas aplicaÃ§Ãµes para isto.</p>
<p>Â </p>
<ul>
<li><strong>AplicaÃ§Ã£o Legacy </strong>(Ã© um costume horrÃ­vel chamar estas aplicaÃ§Ãµes de &#8220;legadas&#8221; visto que em grande parte dos processos de implementaÃ§Ã£o SOA nas empresas, elas sÃ£o reconcebidas, ou sofrem pelo menos, muitas alteraÃ§Ãµes):Â Ã‰ a aplicaÃ§Ã£o que efetivamente possui a lÃ³gica de negÃ³cio, receberÃ¡ a requisiÃ§Ã£o do cliente e devolverÃ¡ a resposta jÃ¡ processada.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>ConfiguraÃ§Ã£o do Service BUS</strong>:Â Trata-se da exposiÃ§Ã£o do serviÃ§o criado na aplicaÃ§Ã£o legada no service BUS, como uma operaÃ§Ã£o.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>AplicaÃ§Ã£o Tester</strong>:Â Ã‰ a aplicaÃ§Ã£o que irÃ¡ consumir o serviÃ§o da aplicaÃ§Ã£o legada, atravÃ©s da operaÃ§Ã£o e endpoint disponibilizado no Service BUS.</li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p>Um desenho bem feio, mas aproximado deste cenÃ¡rio poderia ser este abaixo (clique para ampliar)</p>
<p>Â </p>
<p>Â </p>
<div id="attachment_19" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://blog.lucastex.com/wp-content/uploads/2008/12/dd.png"><img class="size-full wp-image-19" title="Diagrama do exemplo" src="http://blog.lucastex.com/wp-content/uploads/2008/12/dd.png" alt="Diagrama do exemplo" width="500" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Diagrama do exemplo (clique para ampliar)</p></div>
<p>Â </p>
<p>Bom, como meu tempo aqui se resume a pequenos intervalos onde eu poderia escrever isto, vou separar em 3 partes, uma para cada aplicaÃ§Ã£o, um post para cada. Assim que der eu jÃ¡ comeÃ§o!</p>
<p>Valeu!</p>
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