Archive for January, 2009

E foi isso que a Oracle fez com minha certificação da BEA 0

Estaria eu sendo injusto se falar que ela “jogou fora” a primeira parta da minha certificação de Arquiteto SOA da BEA. Estaria sendo injusto talvez pelo fato de que “fiquei sabendo” agora que eu tinha até o dia 01 de Dezembro para fazer a segunda parte da prova. Pois bem, não fiz.

Não fiz porque a primeira parte fui ter tempo para tirar no dia 4 de novembro (acho que a BEA nem deveria mais ofereçer essa certificação em novembro, já que ela iria se extinguir menos de um mês depois.

Bom, acontece o seguinte, a BEA tinha a certificação para Arquiteto SOA e resolveu fazê-la em duas partes:

  • Parte 1 – SOA Foundations: Prova que exigia conhecimento do Modelo “Six Domains” da BEA, conceitos de governança, SOA, conhecimento sobre a aplicabilidade do modelo, ROI na visão do cliente, obstáculos e diferentes cenários passíveis de encontro em uma empresa que estivesse iniciando a adoção.
  • Parte 2 – SOA Adoption and Implementation: Todo o restante que não está englobado acima, ou seja, a implementação mesmo, do modelos e exemplos.

Acontece que agora a Oracle, que comprou a BEA, não quis manter em duas provas, quis fazer uma prova apenas, que é chamada obviamente de: Oracle SOA Foundations, Adoption and Implementation (um nome hiper criativo, concordo :) ) e é claro que terei que tirar a certificação por completo novamente, uma pena.

Mas e se eu tentar entrar em contato, procurar alguma alternativa, o que será que eles dizem? Segue abaixo:

I have taken the Phase 1 SOA Architect exam. If I do not take the Phase 2 exam before December 1, when the exams are combined, do I have to take the full exam even though I’ve already tested on ½ of the material?


If you are pursuing the BEA Certified Architect: BEA SOA Enterprise Architecture credential, you should pass both exams before December 1, 2008. If you do not pass both exams before that date, you will need to take the full Oracle SOA Foundations, Adoption and Implementation exam in order to obtain the Oracle SOA Architect Certified Expert credential.

O jeito agora é focar em estudar o que faltava para a segunda parte, e tirar a certificação por completo!

Para quem tiver interesse, basta visitar esta página no site da Oracle.

Como adicionar seus “Itens Compartilhados” do Google Reader no blog 0

Eu já havia até citado que tinha feito isso neste post, mas eu estava tendo sérios problemas com os links que eram gerados pelo widget. Isto acontecia pelo fato do leitor de RSS do Wordpress usar o MagPie RSS Reader, que “trata” o feed de uma maneira no mínimo esquisita, fazendo com que na url fosse concatenado o nome do blog/post. Enfim, links quebrados o tempo todo.

Resolvi pesquisar sobre algum outro widget que fizesse a leitura de RSSs externos, quando enfim achei um ou 2 candidatos, fui até meu Google Reader procurar pela URL do meu feed dos “Shared Items”, e foi lá mesmo que encontrei a opção “You can insert this clip on your website”. Simplesmente fantástico, mais um daqueles “build-everything-right-here-right-now” do Google. Se resume ao fato de você digitar um título para o seu “clip”, o estilo de cor que você quer que ele tenha (nenhuma no meu caso, para assumir o layout do WP), e a quantidade de itens que serão mostrados.

Bingo! É gerado um javascript que basta inserir em seu HTML que automáticamente seus feeds serão lidos! Para testar, basta tentar clicar nos “links interessantes”, último bloco da barra lateral!

[]s,

Lucas

GIT no lugar do SVN? 0

Bom, confesso que ultimamente, por estar dedicando algum estudo a Ruby e Ruby on Rails, por diversas vezes acabo me deparando com o GIT, que é um versionador tal como o subversion (com algumas diferenças interessantes). O GIT foi criado pelo Linus Torvalds, para (e ainda é) ser usado como repositório do Kernel do linux, e o grande diferencial que vi, é a facilidade de se trabalhar com Branches locais.

Segue aqui um link legal para entender as maiores diferenças: “Por que GIT é melhor?”

Acho legal ficarmos de olho vivo no assunto, uma vez que está ganhando muuuuita popularidade. O site github.com ofereçe a possibilidade de se ter repositórios (se não me engano até 3) de graça, desde que sejam públicos. O site também hospeda os fontes do rails, vale a pena dar uma olhada.

[]s,

Ruby, Ruby, Ruby! 1

Bom, depois de mais de um mês de férias, muitos kms rodados e descansado bastante, voltamos a ativa!

Estava tentando “limpar” a pasta “itens pendentes” dos meus bookmarks (são links interessantes que quando descubro não tenho tempo de ler com calma, então marco e deixo para outra hora), e vi que tinha um post que o Paulo havia me mandado faz um tempo, falando sobre Scala, uma linguagem que roda na JVM (somente ele e o criador conheçem, mas tudo bem). O título do post dele é “Scala, Scala, Scala”, daí é claro, o título do meu.

Pode parecer uma coisa meio recursiva, mas ele estava vagando pelo Google Reader e encontrou um post, que mostrava apenas para diversão, um comparativo entre exemplos triviais entre Java, C# e F#, resolvi então colocar os mesmos 3 exemplos aqui, codados em Ruby!

O post do Paulo que eu li, apesar de também estar no blog dele do link acima, foi lido no Blog do RASEA (um projeto OpenSource que ele toca com alguns amigos) e está aqui. Já o post original com os exemplos iniciais, está aqui.

Bom, aos simples (com foco comparativo apenas) e lindos exemplos:

#1. Dados os números de 1 a 5, retornar o quadrado de cada elemento.
(1..5).each { |c| puts c*c }

#2. Dados os números de 1 a 5, retornar apenas aqueles maiores que 3.
(1..5).each { |c| puts c if c > 3 }

#3. Dada uma lista dos números de 1 a 5, some todos e imprima o resultado.
puts (1..5).inject {|soma, c| soma + c}

Não é por nada Paulo, mas ficou mais bonito :)

É isso aí!

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