Construindo um serviço sÃncrono-assÃncrono com Aqualogic Service BUS
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Bom, um dos cenários que eu mais tenho visto ultimamente em alguns dos lugares onde tenho passado, é quando o cliente quer disponibilizar um serviço para algum terceiro, porém faz questão (e está certo), que a partir do ponto de entrada do terceiro para o barramento de serviços do cliente esta requisição seja processada de forma totalmente assÃncrona.Â
Com isso, o cliente (que está processando a requisição) ganha em poder de processamento, e o terceiro (que está gerando a requisição) não percebe o que se passa “under the hood” (eu realmente gosto desta expressão), sendo para ele indiferente o que acontece durante o processamento.
Basicamente, este contexto é uma implementação de um Web-Service que utiliza como meio de transporte uma Fila JMS, ao invés do protocolo HTTP que é usado de costume.
Então, vou colocar aqui um exemplo de como fazer isso usando o Aqualogic Service Bus da Oracle (já era um produto da BEA).
Serão 3 pequenas aplicações para isto.
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- Aplicação Legacy (é um costume horrÃvel chamar estas aplicações de “legadas” visto que em grande parte dos processos de implementação SOA nas empresas, elas são reconcebidas, ou sofrem pelo menos, muitas alterações): É a aplicação que efetivamente possui a lógica de negócio, receberá a requisição do cliente e devolverá a resposta já processada.
- Configuração do Service BUS: Trata-se da exposição do serviço criado na aplicação legada no service BUS, como uma operação.
- Aplicação Tester: É a aplicação que irá consumir o serviço da aplicação legada, através da operação e endpoint disponibilizado no Service BUS.
Um desenho bem feio, mas aproximado deste cenário poderia ser este abaixo (clique para ampliar)
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Bom, como meu tempo aqui se resume a pequenos intervalos onde eu poderia escrever isto, vou separar em 3 partes, uma para cada aplicação, um post para cada. Assim que der eu já começo!
Valeu!























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